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Bairro de Lourdes, em Belo Horizonte, é referência em artigos de luxo

A região concentra ruas largas e arborizadas, além do comércio e gastronomia

Fonte: ZAP Imóveis

As vendas de imóveis usados cresceram 3,69% em julho em relação a junho na cidade de São Paulo, segundo pesquisa feita com 332 imobiliárias pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CRECISP). Com esse resultado, as vendas na Capital acumulam crescimento de 47,37% desde janeiro.

No mercado de locação residencial, o número de casas e apartamentos alugados em julho também foi maior – 5,48% a mais – que o de junho, e o saldo acumulado em sete meses está positivo em 20,66%. Os dois mercados registram semelhança também nos preços, de venda e de locação.

O preço médio do metro quadrado dos imóveis usados aumentou 5,89% em julho na comparação com junho. Já valor médio do aluguel de casas e apartamentos subiu 2,38%. Nos dois casos, porém, os reajustes seguem abaixo da inflação. “Há muita oferta para poucos compradores e o crescimento se dá sobre uma base deprimida”, afirma José Augusto Viana Neto, presidente do CRECISP.

Venda de imóveis usados em São Paulo aumenta (Foto: Shutterstock)
Venda de imóveis usados em São Paulo aumenta (Foto: Shutterstock)

O índice oficial de inflação, o IPCA do IBGE, subiu 8,74% nos 12 meses transcorridos de agosto do ano passado até julho último. Nesse mesmo período, tanto o preço médio do metro quadrado dos imóveis usados vendidos como o valor das locações na Capital acumulam variação negativa de 2,66% e 5,15%, respectivamente.

“Essa conjunção de preços em queda e vendas e locação em alta, somada aos movimentos recentes da Economia, merece atenção dos investidores e dos que aguardavam a chegada do momento ideal para comprar imóvel próprio ou para alugar”, alerta Viana Neto, presidente do CRECISP. “Esse momento pode estar chegando e, com ele, a oportunidade de fazer bom negócio, que se traduz em comprar antes que os preços subam”, acrescenta.

Sobre a compra ideal, Viana Neto diz que ela depende de um conjunto de fatores que vão além do comportamento da economia como a localização, estado de conservação, tempo de construção, entre outros.
“O que não muda, seja qual for o cenário, é o fato de que o imóvel usado é garantia de se ter espaço maior por um preço menor que o de imóvel similar novo”, afirma o presidente do CRECISP.